Encefalomielite equina
Encefalomielite equina
O agente responsável é o Toga vírus e o Alfa vírus. Os sintomas são andar cambaleante, sonolência e membros separados, o animal passa a se apoiar em muros, cercas ou paredes e quando coloca alimento na boca não consegue mastigar. A morte acontece entre dois e sete dias.
Como evitar a doença
Vacinando anualmente o animal a partir dos seis meses de idade, mantendo a higiene e desinfetando baias, comedouros, bebedouros e objetos utilizados por animais doentes.
Não se encontra disponível nenhum agente antiviral específico. O tratamento de suporte (drogas anti-inflamatórias, controle de ataques) e cuidados intensivos ajudam na recuperação de casos leves.
Como as encefalites se espalham primariamente por meio de mosquitos, deve-se direcionar as medidas de controle contra eles. Essas medidas incluem a drenagem e o tratamento com inseticidas nas áreas criadoras de mosquitos e a aplicação de repelentes de insetos nos equinos. A remoção de equinos do pasto e sua estabulação se tornam aconselháveis durante os surtos.
Vacinação
Todos os equinos devem ser vacinados anualmente, a partir dos dois meses de idade. São utilizadas vacinas inativadas bivalentes (leste e oeste), em duas doses com intervalo de sete a dez dias.
O esquema de vacinação dos animais deve ser concluído preferencialmente até a primavera, oferecendo assim proteção adequada no verão, período em que ocorre maior proliferação dos mosquitos, principais responsáveis pela transmissão da doença.
Os animais a serem introduzidos no rebanho devem passar por um período de observação (quarentena), pois caso estejam incubando o vírus de forma latente, poderão desenvolver o quadro clínico. Todos os animais do rebanho devem ser vacinados simultaneamente. Vacina para VEE (TC-83 : vacina viva atenuada) não deve ser utilizada em locais onde não há a enfermidade.
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